A PROVA 09 — Eletrodos Padrão e Tabelas de Potencial faz parte da trilha de simulados gratuitos da qualificação ABENDI em Medição de Potencial Eletroquímico (CP) subaquático — código SM-PE-N2-G. Eletrodo de calomelano saturado, eletrodo padrão de hidrogênio, série galvânica, formas de corrosão típicas e conversão entre potenciais de referência.
Sobre esta prova
- Categoria: Medição de Potencial Eletroquímico
- Nível: Médio
- Questões: 40
- Duração estimada: 60 minutos
- Pontuação para aprovação: 70% (28 acertos)
Inicie o simulado
SIMULADO 09 / 40 QUESTÕES
0/40 respondidas
[{"q": "Na tabela de potenciais padrões os potenciais dos metais foram medidos em relação ao eletrodo padrão de:", "a": ["Hidrogênio", "Zinco", "Calomelano", "Prata/Cloreto de prata"], "g": "A"}, {"q": "O eletrodo Padrão de Hidrogênio é utilizado para medir o potencial eletroquímico dos metais. Para que isso aconteça, as condições do ensaio são padronizadas, ou seja:", "a": ["Eletrólito constituído de uma solução um molar de íons do metal considerado, a 20°C", "Eletrólito constituído de uma solução um molar de íons cloreto considerado, a 25°C", "Eletrólito constituído de uma solução um molar de íons do metal considerado, a 25°C", "Eletrólito constituído de uma solução dois molar de íons do metal considerado, a 25°C"], "g": "C"}, {"q": "A tabela de potenciais eletroquímicos padrão é feita para as seguintes condições:", "a": ["Metal puro, solução 1 M, eletrodo padrão de hidrogênio e temperatura de 25°C", "Liga metálica, solução 1 M, eletrodo padrão de hidrogênio e temperatura de 25°C", "Metal puro, solução 1 M, eletrodo padrão de Calomelano e temperatura de 25°C", "Metal puro, solução 1 M, eletrodo padrão de Ag/AgCl e temperatura de 25°C"], "g": "A"}, {"q": "Os metais que estão acima do hidrogênio na tabela de potenciais padrão e à medida que se sobe na mesma, são ditos:", "a": ["Mais nobres e mais reativos", "Mais nobres e menos reativos", "Menos nobres e menos reativos", "Menos nobres e mais reativos"], "g": "D"}, {"q": "O eletrodo de calomelano saturado na condição padrão é:", "a": ["Mais reativo que o de prata/cloreto de prata.", "Menos reativo que o de hidrogênio, que o de prata/cloreto de prata e o de zinco.", "Mais reativo que o zinco.", "Mais reativo que o hidrogênio."], "g": "B"}, {"q": "Qual é o eletrodo mais utilizado para medição do potencial eletroquímico no mar, e que se encontra no interior do bathycorrometer:", "a": ["(Prata/Cloreto de prata) água do mar.", "(Cobre/Sulfato de cobre) saturado.", "Calomelano saturado.", "Platina."], "g": "A"}, {"q": "Os voltímetros usados na medição de potencial pelos inspetores subaquáticos possuem acoplados um eletrodo de referência de:", "a": ["prata/cloreto de prata", "zinco", "calomelano", "cobre/sulfato de cobre"], "g": "A"}, {"q": "Os eletrodos de referência usados comumente na monitoração do sistema de proteção catódica são os de:", "a": ["prata/cloreto de prata.", "existem duas respostas corretas.", "hidrogênio.", "zinco."], "g": "B"}, {"q": "Com a finalidade de ativar e estabilizar o potencial do eletrodo de referência de Ag/AgCl antes da execução de qualquer medição, conforme previsto na norma ABNT NBR 16482, ele deverá ser imerso por um tempo mínimo de:", "a": ["40 minutos.", "30 minutos.", "60 minutos.", "50 minutos."], "g": "C"}, {"q": "Qual o período de tempo que o eletrodo de prata/cloreto de prata deve ficar imerso na água salgada para sua correta ativação e estabilização:", "a": ["60 minutos", "30 minutos", "50 minutos", "40 minutos"], "g": "A"}, {"q": "Nas tabelas práticas de nobreza na água do mar, os metais e ligas metálicas têm um posicionamento em relação à tabela de potenciais padrão:", "a": ["similar para os metais não apassiváveis e diferente para aqueles apassiváveis.", "totalmente invertido para os metais não apassiváveis.", "exatamente igual para todos os metais passiváveis e não passiváveis.", "completamente diferente para todos os materiais metálicos."], "g": "A"}, {"q": "Na tabela de potenciais de oxidação, temos os metais mais ativos e os menos ativos. O que ocorre se em relação a esta tabela, aumentarmos a concentração dos íons de um respectivo metal:", "a": ["Seu potencial ficará menos ativo.", "Seu potencial ficará mais ativo.", "Seu potencial não mudará", "Dependerá da reação de seus íons."], "g": "A"}, {"q": "Pilha que surge sempre que dois metais ou ligas metálicas diferentes são colocados em contato elétrico na presença de um eletrólito.", "a": ["Pilha de aeração diferencial.", "Pilha de ação local.", "Pilha galvânica.", "Pilha ativa-passiva."], "g": "C"}, {"q": "Sempre que dois metais ou ligas metálicas diferentes são colocados em contato elétrico na presença de um eletrólito, ocorre uma diferença de potencial que será tão mais intensa quanto mais distantes forem os materiais na tabela de potenciais eletroquímicos no eletrólito considerado. Essa é a característica da pilha:", "a": ["De ação local", "Iônica", "Ativa-passiva", "Galvânica"], "g": "D"}, {"q": "As formas de corrosão mais encontradas na inspeção subaquática de unidades marítimas são:", "a": ["Alveolar, uniforme e pitiforme.", "Uniforme, alveolar e por placas.", "Alveolar, pitiforme e filiforme.", "Uniforme, pitiforme e por escamação."], "g": "D"}, {"q": "Corrosão se processa em toda a extensão da superfície metálica, ocorrendo perda uniforme de espessura.", "a": ["corrosão puntiforme.", "corrosão uniforme.", "corrosão alveolar.", "Corrosão eletrolítica."], "g": "B"}, {"q": "Corrosão que se processa em toda a superfície metálica, sendo comum nos metais que não formam película protetora. Esta forma de corrosão geralmente é ocasionada pela formação de micropilhas de ação local, sendo o tipo mais comum de corrosão.", "a": ["Corrosão intergranular", "Corrosão puntiforme", "Corrosão uniforme", "Corrosão alveolar"], "g": "C"}, {"q": "A corrosão se processa na superfície metálica em forma de alvéolos, possuindo a sua profundidade menor que o seu diâmetro.", "a": ["Corrosão uniforme.", "Corrosão pitiforme.", "Corrosão alveolar.", "Corrosão por placas."], "g": "C"}, {"q": "Esta forma de corrosão geralmente é ocasionada pela formação de micropilhas de ação local, sendo o tipo mais comum de corrosão, principalmente em estruturas expostas à atmosfera e a outros meios que atuam de maneira uniforme sobre a superfície metálica.", "a": ["Corrosão alveolar", "Corrosão puntiforme", "Corrosão galvânica", "Corrosão uniforme"], "g": "D"}, {"q": "A corrosão por pites é frequente em aço inox quando a película passivante é danificada em pontos localizados, sob a ação de certos agentes agressivos ou por danos mecânicos, possibilitando o desenvolvimento de processos corrosivos intensos devido à formação da pilha:", "a": ["todas as alternativas são falsas.", "de ação local.", "iônica.", "galvânica."], "g": "B"}, {"q": "A corrosão por pites traz como inconvenientes em uma plataforma:", "a": ["prejudicar a polarização da estrutura.", "criar áreas de concentração de tensões.", "prejudicar o funcionamento do sistema de proteção catódica.", "promover um grande desgaste e perda de espessura."], "g": "B"}, {"q": "A passivação ocorre quando o potencial de um eletrodo é abaixado, ou seja, se torna mais catódico ou mais nobre, devido à formação de uma película de produto de corrosão. Esta camada de proteção é denominada:", "a": ["película adsorvida.", "película eletrostática.", "película passivante.", "película dielétrica."], "g": "C"}, {"q": "Fina película de um composto, geralmente óxido do metal, com espessura na ordem de 4 nm. É uma película contínua e aderente, que protege o metal contra a corrosão. Estamos nos referindo a:", "a": ["Blindagem dielétrica", "Camada passivante", "Camada eletrolítica", "Camada dielétrica"], "g": "B"}, {"q": "Para metais anfóteros como o zinco, alumínio, chumbo, estanho e antimônio a elevação do pH do eletrólito sempre provocará:", "a": ["Corrosão.", "Passivação perfeita.", "Grande passivação com formação de pites.", "Passivação ou corrosão dependendo do pH."], "g": "D"}, {"q": "Para estruturas de aço carbono uma ligeira elevação do pH do eletrólito provocará:", "a": ["Corrosão.", "Passivação.", "Corrosão e passivação.", "Corrosão forte e passivação leve."], "g": "B"}, {"q": "Pilha formada quando a superfície metálica é exposta a concentrações diferentes de oxigênio.", "a": ["Pilha galvânica.", "Pilha de ação local.", "Pilha de aeração diferencial.", "Pilha ativa-passiva."], "g": "C"}, {"q": "Acontece nos materiais formadores de película protetora. Se a película for danificada em algum ponto aparecerá uma área ativa (anódica):", "a": ["Pilha de concentração diferencial", "Pilha de aeração diferencial", "Pilha de ação local", "Pilha galvânica"], "g": "C"}, {"q": "A ___ é a pilha de corrosão mais frequente na natureza e aparece no metal devido a heterogeneidades inerentes ao próprio material como descontinuidades, estados diferentes de tensões, tratamentos térmicos diferentes, materiais de diferentes épocas de fabricação, etc.", "a": ["pilha de ação local.", "pilha galvânica.", "pilha de oxigenação diferencial.", "pilha ativa-passiva."], "g": "A"}, {"q": "Esta pilha surge sempre que um material metálico de mesma natureza é exposto a concentrações iônicas diferentes, especialmente de seus próprios íons.", "a": ["Ação local.", "De concentração diferencial.", "Ôhmica.", "Galvânica."], "g": "B"}, {"q": "Na pilha de concentração diferencial a área catódica relativamente à anódica é constituída pela região com concentração dos íons do metal:", "a": ["desprezível.", "maior que a anódica.", "menor que a anódica.", "idêntica à anódica."], "g": "C"}, {"q": "Um material metálico ideal constituído de um único cristal, sem inclusões, segregações, bolhas, trincas, tensões internas e outras imperfeições sofreria corrosão apenas em pilhas de:", "a": ["Ação local e galvânica.", "Ação local e ativa-passiva.", "Ação local e concentração diferencial.", "Concentração iônica e galvânica."], "g": "C"}, {"q": "Em uma estrutura protegida catodicamente, a faixa ideal de proteção contra Ag/AgCl se situa entre os valores:", "a": ["-0,800 V a -1,050 V", "-0,800 V a -1,000 V", "-1,050 V a -1,100 V", "-0,550 V a -1,050 V"], "g": "A"}, {"q": "Podemos dizer que uma estrutura offshore de aço carbono, imersa na água do mar, se encontra protegida catodicamente se o seu potencial eletroquímico em relação ao eletrodo de (Ag/AgCl) água do mar, for:", "a": ["No máximo -0,80 V.", "No máximo -0,60 V.", "Abaixo de -0,60 V.", "Entre -0,60 V à -0,70 V."], "g": "A"}, {"q": "No caso de se utilizar a liga de zinco como eletrodo de medição para instalações metálicas submersas na água do mar, a partir de que valor o aço carbono será considerado protegido catodicamente, quando seu potencial eletroquímico for lido através de um voltímetro de corrente contínua de alta resistência interna (≥10 MΩ)?", "a": ["-0,80 V", "-0,25 V", "+0,80 V", "+0,25 V"], "g": "D"}, {"q": "Na calibração do bathycorrometer com o ECS, a leitura A (ECS/Zn) deu -1,032V e a leitura B (BCM/Zn) deu -1,037V. Pela fórmula, qual foi a diferença:", "a": ["0,005 mV.", "5 V.", "-0,005 V.", "-5 mV."], "g": "D"}, {"q": "No caso da calibração do voltímetro e semicélula de (Ag/AgCl) água do mar acoplados (bathycorrometer), o aparelho é considerado aceitável se a diferença entre as leituras por ele obtida e as do voltímetro, em relação ao ECS padrão, for:", "a": ["0±2 mV.", "-8±5 mV.", "-5±5 mV.", "8±5 mV."], "g": "A"}, {"q": "Na aferição do bathycorrometer com o eletrodo de calomelano saturado existe uma diferença aceitável entre os dois valores medidos. Essa diferença é dada pela fórmula (ECS−BCM) e deve estar próxima de:", "a": ["(85) mV.", "(0±2) mV.", "(-85) mV.", "(35) mV."], "g": "C"}, {"q": "No teste para aferição do bathycorrometer, ao se fazer a medição de potencial do eletrodo de calomelano saturado com o bloco de zinco, como é a conexão de ambos nos polos do multímetro:", "a": ["ECS negativo, Zn positivo.", "Tanto faz, o que vale é o valor encontrado.", "ECS positivo e Zn negativo.", "Todas as respostas estão erradas."], "g": "A"}, {"q": "Na sequência de testes para escolha do ECS, de acordo com a Norma ABNT NBR 16482, o ECS 1 sempre é colocado no polo:", "a": ["negativo do multímetro, estando o mesmo na escala de mV, CC.", "negativo do multímetro, estando o mesmo na escala de mV, CA.", "positivo do multímetro, estando o mesmo na escala de mV, CA.", "positivo do multímetro, estando o mesmo na escala de mV, CC."], "g": "D"}, {"q": "Conforme a norma ABNT NBR 16482, o eletrodo de calomelano saturado (ECS) à ser utilizado no teste do aparelho no campo, deve ser selecionado segundo um critério pré-definido. Desta forma para que os três eletrodos de calomelanos apresentem leituras aceitáveis é necessário que estejam compreendidos na faixa de:", "a": ["0 ± 2 mV.", "0 ± 3 mV.", "0 ± 5 mV.", "-2 ± 2 mV."], "g": "A"}]
Tópicos cobertos nesta prova
- Eletrodo de calomelano saturado (ECS)
- Eletrodo padrão de hidrogênio (EPH)
- Tabela de potenciais padrão
- Série galvânica em água do mar
- Conversão Ag/AgCl ↔ Cu/CuSO₄ ↔ Zn ↔ ECS
- Metais mais ativos vs mais nobres
- Inspeção visual associada à medição de potencial
- Corrosão alveolar e por placas em offshore
Normas técnicas de referência
- ABNT NBR 16482 — Medição de potencial eletroquímico em estruturas marítimas
- DNV-RP-B401 — Cathodic Protection Design
- NACE SP0176 — Corrosion Control of Submerged Areas of Permanently Installed Steel Offshore Structures
- NACE SP0169 — Control of External Corrosion on Underground or Submerged Metallic Piping Systems
- ISO 13174 — Cathodic protection of harbour installations
- ISO 15589-2 — Cathodic protection of pipeline transportation systems (Part 2: Offshore)
Próximos passos
Depois desta prova, avance para a PROVA 10 — Variáveis Essenciais e Procedimento, que aprofunda os tópicos seguintes da trilha.
Bom estudo e boa prova!